A Lenda do Santo Graal

O Restaurante Santo Graal foi montado com o objetivo de oferecer a seus clientes o melhor da gastronomia, cervejas especiais e uma bela carta de vinhos, tudo isto em um belíssimo restaurante em Lavras Novas, no alto das montanhas mineiras.

A Casa é ambientada em uma construção que traz elementos de épocas antigas, especialmente o período Medieval, e juntando elementos arquitetônicos, decorativos ou conceituais, nosso propósito é fazer com que, ao nos visitar, nossos clientes possam se sentir como se estivem fazendo uma viagem no tempo, re-visitando este período da história, e também mostrando a todos um pouco desta lenda, que é tão rica e ampla em possibilidades.

A escolha do nome da Casa foi com o objetivo de unir a questão arquitetônica ao conceito histórico da Lenda do Santo Graal. Seria praticamente impossível resumir em poucas palavras toda a extensão da lenda do Graal,  por isso vamos abordar rapidamente as formas mais comuns em que ela se apresenta.

Muito já foi escrito a respeito do Santo Graal, Indiana Jones já o procurou, McGyver também, até mesmo os humoristas do Monty Pyton, e, mais recentemente, Dan Brown chacoalhou os alicerces da igreja católica com seu 'O Código Da Vinci' em que o Santo Graal seria o Sangue Real (Sangreal) de Jesus Cristo e Maria Madalena, passado de geração em geração pelos seus descendentes, a dinastia Merovíngia.

Esta polêmica interpretação, por sua vez, foi baseada em outra obra: 'O Santo Graal e a Linhagem Sagrada' de Michael Baigent e Richard Leigh.

 

A forma mais comum de se interpretar a lenda do Santo Graal é associá-lo ao Cálice Sagrado usado por Jesus Cristo durante a última ceia, mas existem várias outras formas de interpretações, e, dependendo de suas crenças, você pode ficar à vontade para escolher qual (ou quais) mais lhe agrada, ou qual você considera a mais correta.

Além do Graal Cálice, do Graal Linhagem Real, temos também o Graal como Pedra Preciosa, podendo ser a Pedra Filosofal (Lapis Philosophorum), a pedra dos alquimistas, ou a esmeralda que caiu da testa de Lúcifer quando este foi banido dos céus aos mundos inferiores. E até mesmo o Graal como Caldeirão dos Druidas (que simboliza o útero da deusa na crença Celta), o Graal Livro e outras.

Quando se fala deste tema, Já não há como separar o real do fictício. Em cada interpretação a história se cruza, se repete, se funde e se confunde, como num ciclo, fazendo deste um tema tão fascinante quanto confuso.

 

José de Arimatéia, homem rico e amigo de Jesus Cristo, utilizando o cálice usado na última ceia, teria colhido o sangue que jorrou do corpo de Cristo ao ser alvejado pela lança do soldado Longinus, que lhe infligiu o golpe de misericórdia. José teria então viajado para a Bretanha levando consigo o Cálice Sagrado. Baseando-se na ilha de Glastonbury, fundou ali uma pequena igreja onde iniciou a doutrina Cristã em solo Inglês. Não é possível determinar o destino do Graal a partir de então.

 

O fato do Graal ter ido para a Bretanha deu início a todas as lendas envolvendo o Rei Artur e os Cavaleiros da Távola Redonda.

 

Em uma outra interpretação da lenda, a ilha de Glastonbury, onde desembarcou José de Arimatéia seria também a ilha de Avalon sede da antiga religião Druida, os Druidas veneravam a divindade feminina na figura da deusa.

As sacerdotisas de Avalon receberam José de Arimatéia e o deixaram fundar sua igreja em seu território, dando um tiro no pé, pois rapidamente a doutrina cristã cresceu e se expandiu, fazendo com que a antiga religião fosse aos poucos deixada de lado.

 

De acordo com a própria crença Celta, o mundo é um espelho do que as pessoas acreditam e a partir do momento que a nova crença foi ganhando força, a antiga religião, repleta de magia, fadas e encantamentos, foi sendo deixada de lado e esquecida, isso fez com que Avalon aos poucos fosse desaparecendo do mundo material e apenas Glastonbury permanecesse. No fim somente encontrando o caminho perdido para Avalon e o Cálice Sagrado Artur poderia devolver a paz ao reino.

 

Em outro ponto a história do Santo Graal sempre se confunde com a história dos Cavaleiros Templários.

Por volta do ano 1119, nove cavaleiros recebem do Papa permissão para ocuparem o Templo de Salomão em Jerusalém com o objetivo de proteger de ataques os peregrinos que se dirigissem à Terra Santa. Esta pequena ordem logo cresceu e conquistou enorme poder na idade média. Supõe-se que os nove cavaleiros iniciais descobriram algum tesouro de valor incalculável escondido no Templo de Salomão e que utilizaram deste tesouro para conseguir um enorme poder, financeiro, político e militar.

Não se sabe ao certo o que foi que os Templários descobriram nas ruínas do templo, mas o seu enorme crescimento em tão curto espaço de tempo nos leva a especular que fosse o Santo Graal. O fato é que os Templários se tornaram riquíssimos e muito poderosos o que causou a inveja e cobiça de muitos poderosos da época. O rei da França Felipe o Belo com o apoio de seu tio o Papa Clemente V organizaram uma campanha de difamação em que acusaram os Templários de heresia e adoração ao demônio que culminou com a extinção da ordem no dia 13 de outubro de 1307, uma sexta feira.

Os templários foram presos e torturados para confessarem crimes que nunca cometeram. O último grão mestre da ordem Jacques DeMolay foi morto na fogueira no dia 18 de março de 1314 depois de anos de prisão e torturas que não o fizeram confessar crimes inventados nem revelar o segredo dos Templários. Depois de horas queimando em fogo brando, perto da morte, DeMolay convoca o rei da França Felipe o belo e o Papa Clemente V ao tribunal de Deus e diz que antes do fim do ano eles se encontrariam diante do Senhor. De fato antes do final daquele ano tanto o Papa quanto o rei estavam mortos. Vítimas de uma maldição? Ou vítimas da vingança dos Templários sobreviventes ao massacre? Jamais saberemos.

 

Mesmo hoje em dia duas igrejas afirmam possuir o verdadeiro cálice sagrado.

 

A Catedral de San Lorenzo em Genova Itália possui o chamado Sacro Catino, cálice feito de cristal verde, que teria sido levado a Genova pelos cruzados no século XII. Enquanto na Catedral de Valencia Espanha, outro cálice de calcedônia de cor escura que teria sido levado a Roma por São Pedro e no século III entregue a São Lorenzo.

Enfim, é um tema fascinante que sempre fez a cabeça de escritores e poetas ao longo dos séculos, por isso a riqueza e a complexidade que atingiu.

E esta lenda não acaba aqui..... agora, vale uma visita ao Restaurante Santo Graal, para curtir este clima de mistério e magia que paira no ar....

ABERTO

​DOMINGO

12:00  às 22:00

​SEGUNDA-FEIRA

12:00 às 22:00

​TERÇA-FEIRA

18:00 às 22:00

​QUARTA-FEIRA

Fechado

QUINTA-FEIRA 

12:00 às 22:00

SEXTA-FEIRA

12:00 às 00:00

SÁBADO

12:00  às 00:00

ENDEREÇO

 

Rua Nossa Senhora dos Prazeres, 150

Lavras Novas - Ouro Preto - MG.

 

restaurantesantograal@gmail.com

 

Contato: 31-98756-6430


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